Quanto custa criar um aplicativo para empresa em 2026

Na SyntaxLab, um aplicativo para empresa parte de R$ 25 mil, pode chegar a R$ 100 mil ou mais e fica pronto em 60 a 90 dias. Veja o que muda o preço, as taxas das lojas e a manutenção.

Quanto custa criar um aplicativo para empresa em 2026
Neste artigo
  1. Quanto custa um aplicativo para empresa no primeiro ano?
  2. Qual a diferença de custo entre um MVP enxuto e um aplicativo completo?
  3. Aplicativo web, instalável ou nas lojas: o que cada formato muda no custo?
  4. Quanto custa publicar um aplicativo na App Store e no Google Play?
  5. O que mais puxa o preço de um aplicativo para cima?
  6. Quanto custa manter um aplicativo depois do lançamento?
  7. Quanto tempo leva para criar um aplicativo para empresa?
  8. Quando não vale a pena construir um aplicativo sob medida?
  9. Quais dúvidas mais aparecem sobre o custo de um aplicativo?

Na SyntaxLab, um aplicativo para empresa parte de R$ 25 mil, pode chegar a R$ 100 mil ou mais e fica pronto em 60 a 90 dias depois do discovery. O que decide onde o seu projeto cai nessa faixa quase nunca é a quantidade de telas, é a integração com sistema que você não controla, o número de perfis de usuário e o formato, se web, instalável ou publicado nas lojas. Nenhum projeto da casa começa abaixo de R$ 20 mil, e o número final sai por escrito antes do contrato.

Os valores deste texto são os mesmos que a SyntaxLab publica na página de desenvolvimento de aplicativos e que vão para a proposta, e as taxas das lojas eu conferi hoje nas páginas oficiais da Apple e do Google. Daqui para baixo eu abro a diferença entre um MVP enxuto e um aplicativo completo, o que cada formato muda no custo, quanto custa manter depois do lançamento, quanto tempo leva e os casos em que eu mesmo digo para não construir.

Quanto custa um aplicativo para empresa no primeiro ano?

Item Valor Quando entra
Desenvolvimento do aplicativo A partir de R$ 25.000, podendo chegar a R$ 100.000 ou mais Sempre, com o valor final fechado no discovery
Discovery Costuma custar de 5% a 12% do valor estimado do projeto Sempre, de 1 a 2 semanas antes do contrato
Taxa da Apple (App Store) US$ 99 por ano Só no formato publicado nas lojas, pago direto à Apple
Taxa do Google (Google Play) US$ 25 uma única vez Só no formato publicado nas lojas, pago direto ao Google
Manutenção e infraestrutura De 15% a 25% do valor do projeto por ano Depois do aplicativo no ar
Garantia sobre defeito 30 dias, inclusos no desenvolvimento Logo depois da entrega
Prazo de construção 60 a 90 dias, com entrega parcial a cada 2 semanas Depois do discovery
Fonte: valores publicados pela SyntaxLab na página de desenvolvimento de aplicativos e páginas oficiais da Apple e do Google, conferidas em 07/10/2026.

A SyntaxLab não publica tabela de preço por tipo de aplicativo, e não é para esconder número: o mesmo aplicativo pode ficar perto do piso ou chegar a R$ 100 mil ou mais, conforme a complexidade que o discovery encontra. Um aplicativo de agendamento sem integração nenhuma e o mesmo aplicativo puxando cliente do ERP e cobrando no cartão são projetos diferentes com o mesmo nome. Por isso a conta do primeiro ano tem desenvolvimento, discovery, manutenção e, só no formato de loja, as taxas da Apple e do Google.

Qual a diferença de custo entre um MVP enxuto e um aplicativo completo?

Um MVP enxuto, na régua que eu uso para orçar, é o aplicativo com um perfil de usuário, regra de negócio direta e nenhuma integração com sistema de terceiro, e é esse que fica perto do piso de R$ 25 mil. Login, backend, banco de dados e teste automatizado do caminho crítico existem nele também, porque entram em todo aplicativo que a casa entrega, e o que muda de um projeto para outro é o tamanho do que está em volta disso.

O aplicativo completo junta vários perfis, como cliente, equipe e gestor, cobrança dentro do aplicativo, integração com ERP e com meio de pagamento, migração do histórico que hoje vive em planilha e trilha de auditoria de quem fez o quê, e é esse que pode chegar a R$ 100 mil ou mais. O painel web que a equipe usa para aprovar e acompanhar costuma ser um perfil a mais, com tela, permissão e teste próprios, e por isso pesa no preço mesmo quando o cliente final só enxerga o celular.

Quando alguém chega pedindo o completo de primeira, eu costumo sugerir começar pelo pedaço que resolve o gargalo de hoje e deixar o resto para uma fase seguinte, com escopo e preço próprios. O uso real mostra o que precisa vir depois muito melhor do que qualquer reunião, e o que parecia indispensável no papel às vezes nem aparece no dia a dia. Pedido novo no meio do caminho também vira nova fase, e não atraso silencioso, o que protege o prazo e o orçamento que você assinou.

Aplicativo web, instalável ou nas lojas: o que cada formato muda no custo?

O aplicativo web abre no navegador do celular e do computador, com login e sem instalar nada, e roda numa base de código só, então toda atualização chega a todo mundo no mesmo instante. Ele não paga taxa de loja nem tem versão separada para manter, e é o formato dos aplicativos que a própria SyntaxLab mantém no ar e usa todo dia na operação: o Backlog Syntax, o Syntax Ops e o Smart Finance. Para a maioria dos processos internos de empresa, ele resolve sem precisar de mais nada.

O aplicativo instalável é um aplicativo web que ganha ícone na tela inicial e abre em tela cheia, sem passar por loja nenhuma. Ele serve quando o uso é recorrente e o público é conhecido, como equipe interna, base de clientes ou rede de parceiros, e entrega a experiência de abrir pelo ícone do celular sem taxa de loja. É o meio do caminho que muita empresa nem sabe que existe, e que costuma bastar quando ninguém precisa encontrar o aplicativo pesquisando numa loja.

O aplicativo nas lojas é publicado na App Store e no Google Play e acessa recursos do aparelho, como câmera, notificação e uso sem internet. Ele soma as taxas das duas lojas e a publicação em cada uma, e escolher esse formato só pela aparência costuma pagar loja e manutenção dobrada sem precisar. Por isso o formato certo sai do discovery, pelo uso real: quem usa, com que frequência e se o aplicativo precisa de algo que só o aparelho oferece, e não da vontade de ver o ícone na loja.

Quanto custa publicar um aplicativo na App Store e no Google Play?

Para publicar na App Store, a empresa precisa de uma conta no Apple Developer Program, que custa US$ 99 por ano, e a própria Apple avisa que o preço pode variar por região e aparece em moeda local na inscrição. No Google Play, a conta de desenvolvedor custa US$ 25, pagos uma única vez no cadastro, segundo a central de ajuda do Play Console. Conferi as duas páginas oficiais em 07/10/2026 e os valores seguem os mesmos que a SyntaxLab publicou em 16/09/2026.

Essas taxas são pagas pelo cliente direto à loja, e as contas de desenvolvedor ficam no nome do cliente, não no meu nem no da SyntaxLab. A gente cuida da publicação nas duas lojas, mas quem define e cobra os valores é a Apple e o Google, e eles podem mudar. Organização sem fins lucrativos, instituição de ensino credenciada e órgão de governo podem pedir isenção da taxa da Apple, se cumprirem os requisitos dela. Aplicativo web e aplicativo instalável não pagam taxa de loja nenhuma.

O que mais puxa o preço de um aplicativo para cima?

  1. Integração com sistema que você não controla, como ERP, pagamento e WhatsApp. É o que mais pesa, e é testada no discovery, não presumida.
  2. Perfis de usuário e as regras entre eles. Cada perfil novo multiplica permissão, tela e teste.
  3. Regra de negócio e exceção. O caso que só uma pessoa da equipe sabe explicar também vira código.
  4. Migração de dado. Trazer o histórico da planilha ou do sistema antigo sem perder nada.
  5. Segurança e auditoria. Trilha de quem fez o quê, dado sensível e exigência da LGPD.
  6. Formato. Web, instalável ou publicado nas lojas.

Quase nunca é a quantidade de telas. Integrar com um ERP que tem API documentada é trabalho previsível, com formato de dado conhecido e ambiente de teste, e integrar com um que só exporta arquivo e tem um contato que responde em três dias é risco puro, e risco entra no preço. A mesma lógica vale para software de qualquer tipo, e as faixas por tipo de projeto estão em quanto custa um software sob medida, com os custos que quase nenhuma proposta mostra.

Quanto custa manter um aplicativo depois do lançamento?

Depois do aplicativo no ar, conte de 15% a 25% do valor do projeto por ano com servidor, banco de dados, backup, monitoramento e atualização de dependência. Isso não é gordura de fornecedor, é o que mantém o aplicativo funcionando e seguro enquanto a sua equipe e os seus clientes usam. No formato de loja entra ainda a taxa anual da Apple, e custo de infraestrutura, licença de terceiro e consumo de API de IA ficam fora do desenvolvimento e são orçados à parte. O detalhe de cada linha está em quanto custa manter um sistema no ar.

Os 30 dias de garantia sobre defeito do que foi entregue estão incluídos no desenvolvimento, e suporte e evolução depois disso são orçados à parte, para você saber o que está pagando em cada momento. A implementação do aplicativo na sua operação, com treinamento da equipe e rodagem em paralelo com o processo antigo, também é um pacote separado. Eu prefiro mostrar tudo isso antes da assinatura, porque custo que aparece depois do contrato é o que mais vira briga no meio de um projeto.

Quanto tempo leva para criar um aplicativo para empresa?

O discovery leva de uma a duas semanas e acontece antes do contrato, e depois dele a construção leva de 60 a 90 dias para o escopo que ficou fechado por escrito. A cada duas semanas uma entrega parcial vai para o ambiente de homologação, e você abre o aplicativo e testa com caso real enquanto ele é construído, em vez de ler relatório de status. O passo a passo de como o discovery técnico vem antes do preço está explicado em outro texto do blog.

O que mais atrasa projeto de aplicativo, na minha experiência, não é problema técnico, é falta de resposta do lado do cliente. Por isso eu peço logo no começo uma pessoa do lado de dentro que responde pelo projeto e valida as entregas quinzenais, e combino com ela em quanto tempo as dúvidas voltam respondidas. As fases, os prazos e o que entra em cada uma estão na página de desenvolvimento de aplicativos da SyntaxLab, que é a mesma régua que vai para o contrato.

Quando não vale a pena construir um aplicativo sob medida?

  • A ideia ainda está em validação e o que resolve hoje é uma planilha ou uma ferramenta pronta.
  • O orçamento total é menor que o piso de R$ 20 mil.
  • A expectativa é fechar escopo por telefone, sem discovery, e começar amanhã.

Sinceridade aqui vale mais que fechar contrato, e quando um desses três casos aparece eu prefiro dizer logo que não é projeto para a SyntaxLab. Ideia em validação gasta menos e aprende mais rodando numa planilha ou numa ferramenta pronta por alguns meses, e o aplicativo sob medida faz sentido quando o processo já existe, já custa dinheiro e o gargalo aparece todo mês. Preço fechado por telefone, sem investigar integração nem regra de negócio, carrega prêmio de risco ou vira aditivo quando aparece a integração que ninguém testou.

Quais dúvidas mais aparecem sobre o custo de um aplicativo?

Preciso publicar nas lojas para o aplicativo funcionar no celular?

Não. O aplicativo web abre no navegador do celular, com login e sem instalar nada, e o aplicativo instalável ainda ganha ícone na tela inicial e abre em tela cheia, sem passar por loja nenhuma. Publicar na App Store e no Google Play faz sentido quando o aplicativo precisa de recurso do aparelho, como câmera, notificação ou uso sem internet, ou quando o público precisa encontrar o aplicativo pesquisando na loja. Fora desses casos, a loja soma taxa e manutenção que não trazem nada para o seu processo.

De quem é o código e de quem são as contas das lojas?

São seus. O repositório versionado é entregue no seu nome, em TypeScript, com React no front, NestJS no back e Postgres no banco, e qualquer time de mercado consegue continuar o trabalho se um dia você quiser trocar de fornecedor. As contas de desenvolvedor da Apple e do Google também ficam no nome do cliente, com as taxas pagas por você direto à loja. Repositório no nome de quem desenvolveu é o jeito mais comum de uma empresa virar refém sem perceber, e eu não trabalho assim.

Como funciona o pagamento do projeto de aplicativo?

Você escolhe entre pagar à vista, dar 40% de entrada ou parcelar, e a condição escolhida entra na proposta junto com o escopo, o prazo e o valor final que saem do discovery. A implementação na sua operação é um pacote separado, orçado à parte, e as taxas das lojas, quando o formato pede, são pagas por você direto à Apple e ao Google. Assim cada linha aparece no papel antes da assinatura, e nenhuma delas surge como surpresa depois que o aplicativo já está sendo construído.

Dá para saber o preço exato do aplicativo sem discovery?

Não com honestidade. Fechar preço antes de saber o que vai ser construído é como orçar reforma sem ver a casa, e alguém sai perdendo, normalmente os dois. O caminho é contar em poucas linhas o que o aplicativo precisa resolver e quem vai usar, e em até 48h volta um diagnóstico dizendo se faz sentido construir. Os detalhes da oferta estão em desenvolvimento de aplicativos na SyntaxLab, e você pode pedir o diagnóstico pelo formulário de contato para a gente montar a conta com o seu caso na mesa.

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Escrito por

Thales Gomes

Fundador da SyntaxLab. Constroi e mantem software em producao com Claude Code e Codex, de SaaS multi-tenant a agentes de IA integrados a operacao de empresa.